sábado, 7 de setembro de 2013



Setembro

Agora isso não tem mais nenhuma importância,
A primavera começa em setembro
E meu coração está em chamas,
A minha dor precisa de espaço
Não tenho nada em comum com as outras pessoas.

Nada mais me pertence
Só essa dor dilacerante cravada em meu coração
Não faço mais nada, só queria dormir um mês.
Acordar e respirar fundo, lá no fundo do funil.
Onde ninguém nunca foi.

Ninguém precisa saber
Mas as imagens que vejo se tornam mais presentes
Eu nem posso gritar, não adianta.
É uma imagem única com varias faces
Que dobra e desdobra essa inquietação.

Rasgo minha intimidade
Transponho o intransponível, e digo o que nunca foi dito.
Revelo frente e verso dessa dor que nunca passa
Só queria voar para bem longe
Longe de meus medos e receios.



Maria Flor da Terra.

29.08.2013.




terça-feira, 18 de junho de 2013

Hoje 18 de junho de 2013.
Estou muito feliz e orgulhosa por essa bela mudança que estamos reivindicando. Felizmente o Brasil acordou, começamos nas redes sociais com timidez e até um pouco de receio. "lembro de uma amiga que me disse pra eu tomar cuidado com o que postava". Eu estava certa.
Chegou uma hora que ficamos cansados e resolvemos agir, digo nós porque mesmo não estando lá nas ruas(por motivo de limitação) estou aqui torcendo e mandando toda minha energia positiva em favor da ordem e da paz.
Vamos lá Brasil, basta de tanto descaso, preconceito e descriminação com a população.
Orgulho de ser Brasileira.

domingo, 11 de março de 2012

sábado, 3 de março de 2012

A VOLTA


Olá meu Blog, hoje bateu saudade de voce.
Depois de muito tempo afastada resolvi fazer-lhe uma visitinha e estou feliz com o reencontro.
Meu velho amigo! é confortavel saber que voce me ouve sem crticas e sem cobrança, te prometo voltar mais vezes para conversarmos. Hoje estou meio sem assunto, não quero falar das coisas ruins que me aconteceram ultimamente, não vale a pena.
Voltarei com coisas belas para voce, te prometo.

Maria Flor

domingo, 26 de junho de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011


O Vazio da Noite



No vazio da noite
Minha vida vadia se irradia
Com o brilho de um céu melancólico
Sem lua, sem estrelas e sem mistérios.
E uma tristeza gritando no peito

Em uma preguiçosa rede na varanda
Desperto com o sol aquecendo meu corpo
Banhando de energia meu coração de poeta
Chamando-me á realidade.
Não me reconheço.

Hoje queria dar uma rasteira no tempo
E mudar tudo, o rumo e o prumo.
Ignorar o resto anônimo de mim
Me esconder num canto
E esperar que passe a tempestade
E a enchente de meus olhos.



Maria Flor da Terra

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011


Flor do Tempo



Nada me peça.
Queres amor?
Já não sei amar.
Não peça carinho,
Há muito o perdi.
Queres um beijo?
Meus lábios estão inibidos.
Não tenho afeto,
Ando infeliz.
Se queres um poema,
O meu é sem rima.
Não peça virtude,
Sou vagabundo.
Não me peça calmaria,
Sou tempestade.
Não sou o momento,
Estou além de meu tempo.
Nenhum sorriso,
Não tente entender.
Não espere nada,
O nada é meu.



Maria Flor da Terra